Samba de Luiz
A Banda

O Samba de Luiz



A busca incansável pela qualidade musical uniu seis amigos que sempre estudaram a fundo as raízes da música popular brasileira. O Samba de Luiz nada mais é do que a consequência de um trabalho bem executado em um cenário musical carente.

O termo "Luiz" no nome da banda não vem por acaso, visto que todos os seis músicos vêm de uma mesma escola musical, o forró de Luiz Gonzaga. Daí a homenagem. A proposta do sexteto é única no meio musical: fundir o samba com a raiz nordestina, fazendo misturas inteligentes e ousadas de xaxados, baiões, rojões e sambas nordestinos, além de fazer releituras de sambas já consagrados.

Com uma proposta inovadora, o Samba de Luiz vem agradando a gregos e troianos e conquistando a simpatia de todos, num show super animado e dançante.



O primeiro CD "Meu nome é Luiz"



Dedicado unicamente à Luiz Gonzaga, o primeiro CD do Samba de Luiz, intitulado “Meu nome é Luiz”, gravado entre junho e novembro de 2007, conta com dez músicas próprias, que se misturam entre bossa-nova, samba-rock, samba-funk e samba-jazz, e uma regravação de um clássico eternizado pelo Rei do Ritmo - Jackson do Pandeiro (Capoeira mata um, composição de Álvaro Castilho e De Castro).

Entre as músicas próprias, podemos destacar Fechado pra balanço, de Alysson dSousa e Éverton Coroné - música muito pedida em todas as rádios, Nunca mais, de Alysson dSousa - que mostra a classe dos arrajos do grupo, e Samba na ladeira, de William Navarro - ex-integrante da banda.



O primeiro DVD "120 saias pra 40 paletós"



Intitulado "120 saias pra 40 paletós", o primeiro DVD do Samba de Luiz é, mais uma vez, inspirado na musicalidade nordestina, com um titulo extraído de uma musica do grande cantador Elino Julião.

Sempre procurando simplificar suas idéias, os meninos não pouparam tempo e preparação para trazer ao seu público uma oportunidade única de conferir um pouco de o que é o seu show, num registro áudio-visual idealizado e produzido pela próprio banda.

Com cinco músicas gravadas, o DVD mostra todas as vertentes musicais pelas quais o grupo passeia durante o show: do samba ao afoxé, da bossa ao maracatu e do xote ao baião.

Destaque para as músicas Acauã, de Zé Dantas - eterno parceiro de Luiz Gonzaga, Fechado pra balanço, de Alysson dSousa - numa versão diferente do CD, e Zamba bem, de Marku Ribas - multi-instrumentista mineiro que já chegou a gravar com os Rolling Stones.
Samba de Luiz Samba de Luiz Samba de Luiz



Os Integrantes


Alysson D´Souza

Violão e Voz



Alysson D´Souza é o mais experiente e "rodado" de toda a turma. Multi-instrumentista, começou tocando violão descompromissadamente em sua casa, que sempre respirou música. Seu irmão Adauto Nótua, exímio violonista e cantor, sempre incentivou o talento precoce de Alysson. Tendo já se aventurado por quase todos os rítmos nacionais, traz um pouco de cada e cria uma fusão sempre gostosa e balançada.

Atualmente na banda, Alysson D´Souza fica por conta da base melódica, revezando-se entre o violão e o cavaquinho, além de comandar o vocal, ponto chave e diferencial do grupo. Não deixe de conferir Alysson com seus solos e cantaroladas no Samba de Luiz.
Alysson dSousa
Alysson dSousa




Éverton "Coroné"

Guitarra e Vocal



Éverton Vinícius, mais conhecido como "Coroné" é o responsável pelo toque de classe nos arranjos melódicos do Samba de Luiz.

Começou no mundo da música muito cedo, ainda na época que frequentava os corais da igreja próximo à sua casa. Foi se aprofundando em violão e guitarra neste mesmo período, adaptando-se cada vez mais em instrumentos melódicos como o contra-baixo, a escaleta e o acordeon. Participou de vários trios e bandas de forró tocando, exatamente, a sanfona.

Com uma vasta experiência prática em todas as vertentes da música brasileira e internacional, o guitarrista mostra toda sua diversidade nas melodias e arranjos apurados da banda. Teve uma participação marcante na produção musical do primeiro CD do grupo, onde quatro das onze músicas são composições dele.
Éverton Coroné
Éverton Coroné




Tuia do Pandeiro

Pandeiro e Vocal



Marco Túlio, mais conhecido como Tuiuiu, entrou nessa turma de "feras" meio que por acaso. Sempre estudando e pesquisando a fundo as raízes e origens da música brasileira, começou a se interessar por percussão há pouco tempo, no ano de 1999.

Iniciou-se nos palcos tocando com bandas de forró, sempre dando um "molho" especial com seu pandeiro swingado e marcado. Sentindo-se preso à um só rítmo, começou a aventurar-se em outros ares, tocando sambas, funks, boleros e salsas, mas mantendo sempre sua pegada nordestina, absorvida com mestres como Jackson do Pandeiro, Jacinto Silva e Fúba de Taperoá.

Em 2005 resolveu mergulhar de cabeça no mundo percussivo, inciando uma série de intercâmbios com grandes músicos como Arthur Rezende, Rogério San, Júlio Ponzo e o mestre cubano Santiago Réyther, com quem faz aulas até hoje. Estuda, também, musicalização e percussão rítmica na Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes), no Centro de Formação Artística (CEFAR).

É um músico que procura sempre atingir a perfeição, nos mínimos detalhes, trazendo uma seriedade e amadurecimento ao som do grupo que é muito importante.
Tuia do Pandeiro
Tuia do Pandeiro




Popolla de Natal

Saxofone, Trompete e Flauta



Nascido no sertão nordestino, em Santana do Matos - RN, o músico, cantor e compositor Dom Assis Popolla é considerado multi-instrumentista por tocar vários instrumentos, entre eles os de sopro: saxofone, trompete e flauta transversal.

Foi com a vitalidade em fazer música e tocar vários instrumentos que ele gravou o seu primeiro disco solo, que traz a pureza das canções nordestinas. O CD "Chão rachado" foi feito com o mesmo vigor que o acompanha desde os 9 anos, quando se interessou por música, seguindo seu pai no fole de 8 baixos, tocando forró no interior do Nordeste.

Em Natal, aprimorou sua musicalidade tocando na Banda da Aeronáutica. Sua formação musical foi marcada pela admiração por Luiz Gonzaga, desde a primeira vez que o ouviu tocando e, dali pra cá, seu currículo foi firmado por trabalhos com grandes artistas como o próprio Luiz Gonzaga, Oswaldinho do Acordeon, Hermeto Pascoal, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, César Camargo Mariano, entre outros.

Em Brasília e São Paulo, onde morou depois, participou de bandas que fizeram muito sucesso, como a banda de Benito de Paula e da dupla sertaneja João Paulo e Daniel. Frequente participante de festivais, acumulou muitos títulos e troféus, nos mais de 60 que já participou, além de ser premiado no "Festival dos Festivais da Rede Globo".

O espírito nordestino faz com que Popolla execute, com sua simplicidade, músicas que despertam paixão e suavidade na platéia. Tocando para todos os gostos em vários estilos, ele junta o calor de seus intrumentos com o entusiasmo do público que o assiste.
Popolla de Natal
Popolla de Natal




Fredinho Santos

Percussão



Fred Santos é mais conhecido como "Fredinho" e esteve na primeira formação do Samba de Luiz, em 2005. Iniciou-se na percussão aos 10 anos de idade e hoje, aos 19 anos, divide o tempo entre estudos na área da percussão em ritmos latinos e afro-brasileiros, e participações especialíssimas em grupos e projetos culturais como o "Querubins" e o "Elefante Groovie". Possui em seu currículo gravações de CDs com músicos de Minas Gerais e São Paulo, além de ministrar palestras e workshops patrocinadas pelo Governo de Minas Gerais.

Em 2008 Fredinho voltou definitivamente para o Samba de Luiz, onde hoje pode ser visto distribuindo simpatia e alegria como o coração da banda e repiques super-velozes no Djembê.
Fredinho Santos
Fredinho Santos




Babú Xavier

Percussão



Roberto Xavier sempre foi conhecido como "Babuíno", daí o apelido definitivo "Babú". Estudioso super disciplinado, leva a sério a música como meio de vida.

Aluno do mestre cubano Santiago Réyther há mais de 3 anos, traz sempre uma pitada latina para o som do Samba de Luiz e ajuda ainda mais a deixar bem claro a mistura poderosa entre vertentes do samba com a música nordestina e latina.
Babu Xavier
Babú Xavier




Juninho

Bateria



Flávio Júnio, mais conhecido como Juninho, respira música (principalmente percussão) desde seu nascimento. Tendo seu avô e pai como baterista e percussionista, nem se lembra de quando exatamente começou seu contato com o instrumento.

Estuda bateria há quase 20 anos, pela Escola de Bateria New Drummer, com o professor Flavio Nascimento (seu pai). Estudou e participou de projetos como Bloco Tambolele, Maurício Tizumba e Tambor Mineiro, Escola de Teatro do Estado de Minas e Grupo de Congo da Serra (Vitória - ES), entre muitos outros.

Aprofunda-se também na área técnica de engenharia de áudio, tendo estudado "home-studio" no Estúdio Loudness, em Vitória - ES. Juninho é uma peça chave no Samba de Luiz, trazendo a "cama" percussiva, para que todos possam dar o máximo de si.
Juninho
Juninho
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